Como passar em concursos públicos - o exemplo Susan Boyle | webcid
Utilizamos cookies neste website para personalizar conteúdos e anúncios com o objetivo de fornecer recursos de mídia social e análise de tráfego. As informações de uso do nosso site são compartilhadas com parceiros de mídia social, publicidade e análise. Só utilize este website se concordar com nossos Termos de Uso e Política de Privacidade além das políticas para os serviços de terceiros utilizados neste website.
webcid.com.br

Como passar em concursos públicos

Quem já passou em concursos públicos fala como conseguiu ser aprovado.

 


O exemplo de Susan Boyle aplicado a concurso público

Vamos aqui fazer um paralelo entre dois tipos de concursos comparando a performance da cantora escocesa Susan Boyle com a performance esperada por um candidado em concursos públicos. Susan Boyle, uma cantora amadora escocesa, participou do programa de calouros Britain's Got Talent em 2009 e tornou-se uma febre na Internet. O motivo: Boyle não preencheu o estreótiopo dos jurados do programa, nem do público. Logo que entrou no palco, ela percebera que virara motivo de chacota, mas não se abalou. Ao iniciar a canção I dreamed a dream do musical Os miseráveis ela deixou todos de queixo caído com sua voz afinadíssima, excelente rítimo e carisma que encantaram a todos.

Chegou à final encantando todos com sua voz, mas foi perceptivel seu nervosismo já na segunda apresentação. Era de se esperar o seu nervosismo? Se observarmos o sucesso vertiginoso que ela obteve em todo mundo diremos que sim. Ela foi pega de surpresa, nem ela nem ninguém esperava tanto sucesso em tão pouco tempo. Seu sucesso fez com que ela se cobrasse muito sem ter a certeza de que conseguiria atender às espectativas de seus milhões de fãs ao redor do globo terrestre. Ela não podia falhar, não podia deixar de sair vencedora do programa. Todos estavam esperando sua vitória para tapar, de uma vez por todas, a boca das pessoas que a desprezaram antes de ela começar cantar. Ela estava alí para mostrar seu talento como cantora e não para mostrar que estava dentro dos padrões de beleza como todos queriam. O mundo exige a perfeição mesmo sabendo que a pereição não existe nenhuma pessoa do mundo.

O resultado final: Boyle não venceu. O sucesso repentino fez com que ela não conseguisse manter a suavidade da primeira apresentação e, na final, foi vencida, não pelo grupo de dança que concorria com ela, mas pela incapacidade de manter sua serenidade. Vamos imaginar o que aconteceu com Boyle: Ela foi ao programa querendo ir para a próxima fase e com o sonho de ser uma cantora profissional, ganhar dinheiro e fama, mas de repente viu a fama chegar num momento no qual ela não esperava e o pior é que ela não estava preparada para tal. Como não estava preparada para o sucesso ficou atordoada com a fama, o contato com os fãs, o assédio da imprensa e tudo mais que habita o mundo da fama.

Posso dizer que o assédio não é bom como muita gente pensa. É muito ruim, para quem não está acostumado com os holofotes, ver a imprensa te perseguindo, você perder a liberdade e a privacidade é algo assustador. Para se vai têm fotógrafos, cinegrafistas querendo te enquadrar e quanto mais você tenta se esquivar, mais eles perseguem. Talvez a tática do Pelé seja a melhor, falar com a imprensa toda vez que ela quiser. Junto com as câmeras sempre tem um reporter fazendo perguntas que você não está a fim responder, de ficar repetindo a mesma coisa a todo instante. O pior de tudo é quando a gente abre o portão para sair de casa e lá estão eles na sua porta, fazem plantão. Isso é aborrecedor, que me desculpe a imprensa. Isso é o trabalho dela, mas covenhamos, esse negócio de ser perseguido é chato.

Vamos deixar a imprensa de lado e voltar a falar de concursos. Quando passamos a primeira fase de um concurso, devemos preparar melhor para a segunda fase, mas sem pensar que é uma obrigação passar da próxima fase. É claro que todos os amigos e parentes cobram isso, mas isso só pode nos exaurir e deixar o nervosismo fazer o trabalho de nos impedir de avançar para a próxima fase. Se passarmos para a terceira fase, aí é que devemos procurar ficar mais tranquilos para enfrentar a próxima fase. Uma coisa é certa: se não há vagas para todos, uns vão abocanhar a vaga e outros não. Fique contente mesmo se não for você o felizardo, pode ser que quem ocupou a vaga tenha mais necessidade que você. Outra vantagem é que você ficou mais experiente e certamente aquela pessoa não será seu concorrente no próximo concurso.

Olegário Costa

 









© 2006 - 2018; webcid - Termos de Uso e Política de Privacidade